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Poema ao acaso

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domingo, 27 de julho de 2014

Cezar e Paulinho Amor alem da vida









Um comentário:

  1. O último poema
    Manuel Bandeira

    Assim eu quereria o meu último poema.
    Que fosse terno dizendo as coisas mais simples e menos intencionais
    Que fosse ardente como um soluço sem lágrimas
    Que tivesse a beleza das flores quase sem perfume
    A pureza da chama em que se consomem os diamantes mais límpidos
    A paixão dos suicidas que se matam sem explicação.

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